Escrito em por . Atualizado em 19/10/2017 09:34h.

x72238094_Somali-government-forces-and-civilians-gather-at-the-scene-of-an-explosion-in-KM4-stree.jpg.pagespeed.ic.uIw8DduVLX

[Destruíção após atentado em Mogadíscio – FEISAL OMAR / REUTERS]

 

Um atentado duplo causado por caminhões-bomba deixou mais de 300 mortos na Somália no último sábado (14). Os ataques aconteceram em áreas bastante movimentadas de Mogadíscio, capital do país, atingindo mercados, hotéis, embaixadas e prédios do governo, deixando um número significativo de vítimas em estado grave.

Segundo Abdikadir Abdirahman, diretor do serviço de ambulâncias da capital, o número de mortos será ainda superior, porque algumas pessoas ainda se encontram desaparecidas. Os hospitais do país não têm estrutura para atender todas as vítimas, sendo assim, foram transferidos para a Turquia 70 feridos em estado preocupante.

O grupo islâmico Al-Shabab é o grande suspeito do atentado, pois já havia atacado constantemente algumas áreas de Mogadíscio, mas até agora nenhum grupo assumiu a autoria do atentado. O presidente da Somália, Mohamed Abdullahi Mohamed, decretou luto nacional de três dias após o ataque que foi considerado por especialistas o mais violento do país e um dos piores da história mundial.

Representantes dos EUA e do Reino Unido manifestaram solidariedade e firmaram o compromisso de ajudar o povo somali no combate ao terrorismo.

Em nota, a Frente Parlamentar Mista para Refugiados e Ajuda Humanitária e a ANAJURE – Associação Nacional de Juristas Evangélicos, disseram: “lamentamos profundamente os acontecimentos recentes na Somália e oferecemos as nossas condolências e sentimentos ao Governo Somali, bem como aos familiares e amigos das vítimas. Aproveitamos a ocasião para ressaltar o aumento da atividade de grupos terroristas baseados em versões radicais do Islã e a ameaça que os mesmos representam à ordem e justiça no cenário internacional. Logo, chamamos a atenção do Brasil e da comunidade internacional como um todo para continuarem a combater o terrorismo e a buscarem meios mais efetivos de promoverem a paz e a tolerância religiosa”. Leia a nota completa aqui.

_______________________________

Por: Redação l ANAJURE
Com informações do G1 e UOL