Escrito em por . Atualizado em 11/10/2017 11:53h.

bandeira de cubaO ativista que luta pela liberdade religiosa foi informado em 2 de Outubro que as acusações contra ele foram retiradas pelo estado de segurança cubano.

Desde o dia 17 de Junho deste ano, Fếlix Yuniel Llerena López, 20, estava impedido de sair do país quando estava a caminho de uma conferência sobre direitos humanos e democracia (veja aqui). Contudo, um pouco antes, em 27 de Abril, ele já havia sido interrogado no aeroporto após chegar de uma visita aos Estados Unidos onde discutiu sobre violações à liberdade religiosa.

Em 28 de Abril, Félix, Coordenador da Região Central do Instituto Patmos, organização independente que promove a liberdade de religião e crença, foi preso por agentes de segurança e forçado a assinar uma “Ata de Advertência”, pré-mandado de prisão, por sua desordem pública.

Mais tarde, ele foi expulso da Universidade Pedagógica Enrique José Varona em Havana, sob a alegação de ausências excessivas das aulas no último mês. No entanto, Llerena López declarou que não teve um número de ausências que justificariam tal ação, e que o verdadeiro motivo de sua expulsão é o seu ativismo junto aos direitos humanos.

Agora que as acusações contra ele foram retiradas, ele pode viajar normalmente para fora do país. Em fala à Christian Solidarity Worldwide (CSW), López disse: “Depois de cinco meses de oposição, prisões, expulsão da Universidade, intimidação, ameaças e uma acusação falsa, hoje posso dizer que a solidariedade  e a dignidade de não renunciar aos princípios […] triunfou”.

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Fonte: CSW
Por: Redação l ANAJURE